Terreiro de Umbanda, mas com origem no candomblé de ketu. Gilmara dos Santos iniciou processo no seio familiar em 2010, logo em seguida tornou-se umbandista. Em 2021, início a organização de um grupo de estudos para abrir o terreiro, no mês seguinte, já estava funcionando com parentes e amigos, e de lá pra cá, foram muitos desafios e segue crescendo como o sagrado determinou.



Contatos: (73) 99198-3942
E-mail: gilmaraeenrico@gmail.com






Telefone: (73) 9990-6347
E-mail: jesusmarleny2@gmail.com
Endereço: Rua Palácio de iemanjar Bairro invasão Nova, Itaporanga
Instagram: @marlene.7908
Mãe Geni teve seu primeiro encontro com a espiritualidade aos 12 anos, quando foi em busca de cura para seu irmão, ao frequentar o terreiro de candomblé e Umbanda recebeu pela primeira vez a entidade que a acompanha, com a energia forte do primeiro encontro Mãe Geni entrou em transe. Sua mãe temerosa de que sua filha não estivesse bem, recebeu da Mãe de santo do terreiro a explicação de que sua filha estava recebendo uma entidade que lhe acompanharia, mas que ela suspenderia os transes até que Maẽ Geni tivesse idade suficiente para trabalhar com suas entidades. Aos 18 anos Mãe Geni recebe novamente sua entidade Ogum Beira-Mar. A partir daí Mãe Geni seguiu seu percurso atuando como agente de cura a partir da espiritualidade sempre às quartas e sextas, os vizinhos aos poucos ficaram sabendo dos dons de cura de Ogum Beira-mar começou a procurar Mãe Geni para consultas.
As primeiras giras realizadas pela Mãe Geni foram feitas aos sons de palmas e tábuas, após se casar a entidade a aconselhou a colocar os tambores, seus irmãos e marido coletaram as madeiras e fizeram seus primeiros atabaques de cordas, dando continuidade aos cultos. Mãe Geni possui mais de 60 anos de trabalhos com a espiritualidade cultuou os Orixás em Eunápolis, onde trabalhou com a espiritualidade por 17 anos. Em Vale Verde erigiu o Terreiro de Umbanda Ogum Beira-Mar que já possui mais de 40 anos neste local. As principais atividades da casa são a festa de Ogum Beira-Mar (Junho) e o caruru de Cosme e Damião (Setembro). possui filhos e filhas de santo dos quais cuida com muito zelo, os conduzindo espiritualmente. O espaço de seu terreiro é arborizado e mantém árvores sagradas, ervas medicinais de cura espiritual e suas curas têm como ênfase o uso das folhas. O terreiro Ogum Beira-Mar de Mãe Geni é um símbolo de resistência da umbanda em Vale Verde.






Telefone: (73) 9 99164688
Endereço: Projeto Vale verde , 174
O Ilê Axé de Xapanã tem sua origem no ano de 2007 e, em agosto de 2026, completa 19 anos e 2 meses de fundação, marcando quase duas décadas de história, fé, resistência, dedicação e compromisso com a espiritualidade e com a tradição do Candomblé. A trajetória espiritual do Babalorixá José Luis de Xapanã teve início ainda na infância, aos 13 anos de idade, na cidade de Camamu, Bahia, onde começou a trilhar seu caminho espiritual ao lado de um Babalorixá de grande reconhecimento em toda a região, o senhor Silvano Santos Sena. A partir daquele momento, iniciou-se uma caminhada de aprendizado, conhecimento e dedicação à espiritualidade, que acompanharia sua vida e que, ao longo dos anos, o conduziria a diferentes experiências e encontros importantes para sua formação religiosa.
Mais tarde, já na região de Arraial d’Ajuda, conheceu o farmacêutico e Babalorixá Roberto Peçanha Igreja. A união de conhecimentos e experiências entre ambos, incluindo os conhecimentos ligados à medicina e aos Orixás, contribuiu para o nascimento do Ilê Axé de Ogum, com sede em Trancoso e filial no Trevo de Arraial d’Ajuda. Por motivos de saúde, o Babalorixá José Luis de Xapanã deu obrigação com o Babalorixá Roberto Peçanha Igreja e com sua Yalorixá, Mãe Lindaura de Oxum, que residia na cidade do Rio de Janeiro. Ambos tiveram papel fundamental em sua caminhada espiritual e na construção de sua história dentro da religião. Após o falecimento de seus mentores e diante da responsabilidade de dar continuidade ao trabalho religioso, o Babalorixá José Luis de Xapanã chegou a assumir a missão de dar prosseguimento ao Ilê Axé de Ogum, com sede em Trancoso, sendo a segunda pessoa a assumir essa continuidade. Entretanto, com humildade e consciência espiritual, percebeu que ainda não estava preparado para assumir plenamente aquela missão.
Foi então que sua caminhada tomou um novo rumo. O NASCIMENTO DO ILÊ AXÉ DE XAPANÃ No ano de 2007, após uma reunião e com a intercessão espiritual do Marujo, senhor Dagoberto, surgiu uma nova missão. O Marujo Dagoberto anunciou e convidou todos os presentes para que estivessem reunidos para a inauguração de uma nova casa de culto aos Orixás e às entidades, estabelecendo o prazo de 90 dias para que a casa fosse erguida e inaugurada.
Com muita fé, trabalho, determinação e auxílio espiritual, nasceu então o Ilê Axé de Xapanã, casa que posteriormente seria estabelecida no local onde permanece até os dias atuais, em Sapirara, Trancoso, Bahia.
O que inicialmente seria uma casa destinada ao culto dos Orixás e das entidades acabou tomando uma dimensão muito maior. Pessoas começaram a procurar o Babalorixá José Luis de Xapanã em busca de orientação, aconselhamento e direcionamento espiritual.
O movimento cresceu naturalmente, acompanhado pela espiritualidade, e assim o Babalorixá foi assumindo a missão sacerdotal que exerce até os dias atuais.
A CONTINUIDADE DA CAMINHADA ESPIRITUAL
Com o falecimento daqueles que foram seus mentores e que contribuíram diretamente para sua formação e trajetória espiritual, novamente o espírito Marujo Dagoberto lhe apresentou uma missão. Dessa vez, deveria encontrar uma senhora que possuísse as características espirituais por ele indicadas e que viria a ser sua Yalorixá. Foi então que chegou até Maria Alice, filha de Yemanjá, conhecida carinhosamente como Mãe Liliu, no município de Ilhéus, Bahia. A partir de suas mãos, já no Ilê Axé de Xapanã, o Babalorixá José Luis de Xapanã recebeu suas obrigações e deu continuidade à sua caminhada religiosa.
Nesse momento, foi celebrada também a marca de 31 anos de santo de sua trajetória espiritual. Mãe Liliu tornou-se, assim, uma referência fundamental em mais uma etapa da caminhada do Babalorixá José Luis de Xapanã, fortalecendo os laços de tradição, ancestralidade e continuidade religiosa.
O ILÊ AXÉ DE XAPANÃ HOJE
Ao longo de seus 19 anos e 2 meses de existência, o Ilê Axé de Xapanã consolidou-se como uma casa dedicada ao culto dos Orixás e das entidades, preservando fundamentos, tradições e práticas religiosas. O terreiro pertence à Nação Alaketu e possui em seu território árvores, folhas sagradas utilizadas no culto do Candomblé, além de árvores frutíferas e ervas medicinais.
Entre suas principais atividades religiosas estão a Festa de Iemanjá, realizada no dia 02 de fevereiro, em Arraial D’Ajuda, o Olubajé, a Feijoada de Ogum, o Caruru, a Festa de Exu e o tradicional Tabuleiro de Omolu (Dóbúrú).
A história do Ilê Axé de Xapanã é, acima de tudo, uma história construída através da fé, da ancestralidade, da dedicação e da continuidade de uma caminhada espiritual iniciada ainda na juventude do Babalorixá José Luis de Xapanã.Uma trajetória marcada por encontros, ensinamentos, perdas, renovações e missões espirituais que conduziram à construção de uma casa que, há 19 anos e 2 meses, mantém viva sua devoção aos Orixás, às entidades e à tradição religiosa.
O Ilê Axé de Xapanã permanece como fruto de uma caminhada construída com fé e trabalho, sob a orientação dos ancestrais e da espiritualidade que acompanha o Babalorixá José Luis de Xapanã desde os seus primeiros passos na religião.





Telefone: (73) 98107 2386 – (73) 999736680
E-mail: arcmaiax@gmail.com
Endereço: sapirara
Instagram: @ileaxedexapana
Facebook: Ileaxé de xapanã
A história de Pai Ricardo conhecido como Pai velho se inicia quando ele conhece Pai Pedro Farias em Ilhéus, (mesmo já conhecendo da espiritualidade pois sua avó já cultuava entidades de Umbanda e Quimbanda e era uma sacerdotisa muito conhecida em Nazaré das Farinhas) foi a partir de Pai Pedro que pai Ricardo entendeu um pouco mais sobre os orixás e o candomblé.
Pai velho, como é conhecido, seguiu os conselhos de sua avó que queria que ele fosse iniciado. Foi então que ele foi iniciado por “Maderenci” Cícero dos Santos, e a partir daí se
iniciou o caminho da espiritualidade de Pai Ricardo. Após o falecimento de seu pai de santo, Pai Ricardo continuou cuidando de sua própria espiritualidade durante vários anos, foi caminhando e conhecendo outras casas de santo.
Nessas andanças, conheceu Pai Júlio que tem raíz Angola (Tumbajunsara) e que estava tomando águas com Mãe Preta Iyalaxé do Portão Axé de Muritiba (Pai Nezinho) onde também tomou suas obrigações. Babá Ricardo chegou a Porto Seguro em 2010/2011 e trabalhava com turismo, mas como ele já era Pai de Santo foi procurado por muitas pessoas que precisavam de aconselhamento. Dessa forma, movido pela espiritualidade e com a chancela de Xangô Barú iniciou a construção de seu terreiro, que foi inaugurado em 2016, sempre na luta contra a intolerância religiosa e o racismo. Assim, Pai Ricardo também instaurou suas águas no Axé Obáfùnjó. As principais atividades do terreiro são: O Festejo de Celebração de Xangô Barú; O caruru de Ibeji e a Festa de Exu (ambos em Outubro); Feijoada de Ogum (Junho). Além disso, há funções que acontecem no terreiro durante os dias da semana.





Telefone: 75 9 81412058
Endereço : Rua Maria Moura S/N -Alto do Vilas – Arraial D’Ajuda
Facebook : @ricardopraia
O Ilê Axé Kaja D’Omin Orum, situado em Porto Seguro, Bahia, Brasil, é uma comunidade tradicional de terreiro de matriz africana com atuação desde 1999, constituindo-se, ao longo de sua trajetória, como um importante espaço de preservação da ancestralidade, da religiosidade, da cultura e dos saberes tradicionais de matriz africana…
A comunidade é conduzida por Pai Thales de Oxaguian, cuja trajetória religiosa e atuação à frente do terreiro remontam ao início da história da comunidade. O Ilê preserva fundamentos das tradições Angola e Ketu, mantendo vivas práticas religiosas, conhecimentos ancestrais, oralidade, cantos, toques, danças, saberes e modos de vida transmitidos entre gerações.
Mais do que um espaço de vivência religiosa, o Ilê Axé Kaja D’Omin Orum constitui-se como território de ancestralidade, memória, identidade, resistência e produção cultural, contribuindo para a valorização das culturas de matriz africana e para o enfrentamento à intolerância religiosa e ao racismo.
A comunidade também desenvolve ações de caráter social, cultural e comunitário, fortalecendo vínculos de solidariedade e promovendo a valorização dos saberes tradicionais, da cultura afro-brasileira e da diversidade religiosa.
No campo da participação social e das políticas públicas, representantes do Ilê compõem o Conselho de Igualdade Racial, contribuindo para a construção de políticas voltadas à promoção da igualdade racial, à valorização da diversidade e à garantia de direitos das populações e comunidades tradicionais.
Recentemente, o Ilê Axé Kaja D’Omin Orum também foi certificado como Ponto de Cultura, reconhecimento que reafirma sua importância como espaço de produção, preservação e difusão cultural e evidencia a relevância de sua atuação para a cultura de matriz africana e para a comunidade em que está inserido.
Com uma trajetória construída a mais de 20 anos, a família Kaja D’Omin mantém-se como um espaço vivo de fé, ancestralidade, cultura e comunidade, contribuindo para que os saberes, tradições e valores das religiões de matriz africana permaneçam vivos, sejam reconhecidos e possam ser transmitidos às novas gerações.




Telefone: (73) 9995.42258
E-mail: paithalesdeoxaguian@gmail.com
Endereço: Rua 12, quadra 10, bairro porto Alegre I Porto Seguro
Instagram: @paithales
Facebook: Kaja D’Omin
A trajetória de Pai Júnior com a espiritualidade vem desde a ancestralidade, sua avó fazia trabalhos espirituais e cultuava suas entidades, fazia curas e consultas. A entidade de sua avó já o havia alertado de que seus caminhos também estariam ligados à espiritualidade.
Pai Junior com o passar do tempo percebeu alguns sinais de que sua espiritualidade estava florescendo. Com o passar do tempo os sinais e sintomas da espiritualidade foi ficando cada vez mais fortes. O pai de santo foi acometido de algumas doenças, cegueira e paralisias. Temeroso por sua vida, foi em busca de ajuda espiritual e nesse percurso encontrou com Pai Juraci, muito conhecido na cidade de Itapebi, ao encontrá-lo entrou em transe, a entidade que estava em terra no corpo de Pai Juraci alertou que ele precisaria cuidar de sua espiritualidade e que esta era uma ação necessária para garantia de sua vida.
Em seu primeiro trabalho espiritual, o Pai Júnior foi tomado pela primeira vez pela entidade que o guia até hoje. A partir daí iniciou seus trabalhos de rezas e curas a partir da espiritualidade. Ficando conhecido em sua comunidade.
Com o passar do tempo, recebeu o chamado dos Nkisis para sua iniciação. Ao sentir esse chamado, Pai Júnior buscou sacerdotes que o pudesse ajudar, consultou as mesas de búzios e pediu a espiritualidade que o guiasse nesse percurso. Ao se organizar para realizar a festa de sua entidade entrou em contato com ogãs para tocarem na festa. A partir deste contato Pai Júnior entrou em contato também com Pai Naldo de Hongolo (Tata Aidan Sylewá) que após consulta aos búzios e relatar ao Pai Júnior sobre suas lutas espirituais passou a o guiar nessa jornada.
Pai Júnior ficou conhecido também pela djina Tata Kaça Lumyndewa e seu terreiro conhecido como Nzó Kaça Lumyndewa onde cultua Nkisi, e possui suas raízes no terreiro de Angola Tombenci.
Além disso Pai Júnior (Tata Kaça Lumyndewa) mantém um terreiro de Kimbanda, onde cultua também sua entidade que o guia desde o início de sua jornada espiritual, onde realiza trabalhos e atende clientes. Seu Nzó está localizado na Aldeia Indigena Imbiriba e suas principais atividades são a feijoada de Nkosi (Abril) e o Caruru (setembro). Além disso, todos os meses acontece no terreiro tabuleiros, rezas e toques para caboclo
Telefone: (73) 99914.0202
Endereço: ITAPORANGA
A história de Taata Júnior Lwandê com a espiritualidade vem desde a infância, seu pai carnal era Taata de Nkisi da raiz Amburaxó, a qual ele também carrega. A espiritualidade o escolheu para ser Taata de Nkisi mesmo sendo o mais novo de seus irmãos, ele seguiu seu percurso anunciado pela ancestralidade. Seu nascimento para a espiritualidade aconteceu após o falecimento de seu pai, na Nação Angola Tombenci em Salvador-Ba no Terreiro de Danda lunda de Juraci Xavier Passinho, irmão de santo de seu pai biológico. Chegou em Trancoso-Ba nos anos 2000 quando também iniciou as construções do Unzo de Nkosi, o Taata é um dos fundadores do bairro Xandó, onde está localizado seu unzó. Tata Júnior é filho de Nkosi, sua casa é regida por Nkosi e Kaia, sua Dijina é Lwandê.
Telefone: : (73) 98816. 4153
Endereço: Rua do Campo n° 320, Bairro Xandó, Trancoso – Porto Seguro
sob liderança de MAME’TO SINDEROMY, localizado no município de Porto Seguro (BA), desenvolve atuação contínua voltada à promoção da igualdade racial, valorização da cultura afro-brasileira, fortalecimento da ancestralidade negra e defesa dos povos tradicionais de matriz africana. O terreiro constitui-se como espaço de preservação cultural, espiritualidade, acolhimento comunitário e transformação social, articulando ações culturais, educativas, religiosas e comunitárias voltadas principalmente à população negra, mulheres, juventudes, crianças, idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade social e grupos historicamente marginalizados. Entre as principais ações ligadas à promoção da igualdade racial desenvolvidas pelo MANZO LUNDA NZENZU MAZAMBE, destacam-se:
* Preservação e promoção das tradições do Candomblé Angola por meio de rituais sagrados, celebrações aos Orixás, cantigas, culinária tradicional, transmissão de saberes ancestrais e fortalecimento da memória afro-brasileira;
* Realização de vivências culturais, oficinas, rodas de conversa e ações educativas voltadas à valorização da identidade negra, da ancestralidade africana e do patrimônio cultural afro-brasileiro;
* Promoção permanente do combate ao racismo religioso e à intolerância contra religiões de matriz africana, fortalecendo a liberdade religiosa e o respeito à diversidade cultural;
* Desenvolvimento do projeto “Amor que Alimenta”, voltado à preparação e distribuição gratuita de refeições para pessoas em situação de rua e vulnerabilidade social, promovendo cuidado coletivo, dignidade humana e fortalecimento comunitário;
* Articulação com a Associação Ajudamos a Voar, promovendo cursos de capacitação profissional, oficinas de costura, culinária, confeitaria e atendimento ao público
voltados especialmente para mulheres negras, mães solo e pessoas desempregadas,
fortalecendo autonomia econômica e inclusão social;
* Promoção de atividades culturais abertas à comunidade em escolas, praças, espaços comunitários e eventos públicos, ampliando o acesso à cultura afro-brasileira e fortalecendo o diálogo entre comunidade, cultura e território;
* Fortalecimento de ações educativas e comunitárias com crianças, adolescentes e jovens, por meio de oficinas culturais, atividades esportivas, saberes tradicionais e apoio pedagógico;
* Valorização de práticas comunitárias ligadas à economia solidária, hortas comunitárias, saberes tradicionais, ervas medicinais e geração de renda baseada na cooperação e ancestralidade;
* Acolhimento e fortalecimento de populações historicamente marginalizadas, incluindo mulheres negras, mães solo, juventudes periféricas, pessoas LGBTQIAP+, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social.
As ações realizadas pelo MANZO LUNDA NZENZU MAZAMBE integram espiritualidade, cultura, educação popular e mobilização comunitária, consolidando o terreiro como espaço de resistência negra, preservação da memória ancestral e promoção de direitos humanos no município de Porto Seguro (BA).
Além da dimensão religiosa, o terreiro atua como importante espaço de fortalecimento da identidade negra, construção coletiva, combate às desigualdades sociais e valorização das tradições afro-brasileiras enquanto patrimônio cultural e instrumento de transformação social. O MANZO LUNDA NZENZU MAZAMBE reafirma seu compromisso com a promoção da igualdade racial, a defesa da diversidade cultural e o fortalecimento das comunidades negras tradicionais, contribuindo de forma contínua para a construção de uma sociedade mais justa, plural e antirracista.
Endereço: Porto Seguro
Aberto desde 2007 legalmente com cnpj, estatuto registrado
Ecumênica pois respeita todas as religiões e tem influências na ritualística essencialmente umbandista. Fundada pelo presidente e zelador regente Cézar Gonçalves. Estrutura familiar de terreiro na vertente da umbanda esotérica. Não é permitida a cobrança de trabalhos mediúnicos ou a realização de trabalhos fora da CEPJ, sem a permissão do regente.
Casa de oração. Entrada e consulta gratuita. Oferece oficina gratuita de forma esporádica. Realiza festas comemorativas em dias importantes para umbanda, como a festa dos prestos-velhos e das crianças, e de Yemanjá, ciganos, entre outros.
Realizamos eventos beneficentes ao longo do ano.
Já realizamos o projeto sopa fraterna por mais de 10 anos com apoio do Crás e PAA – programa de aquisição de alimentos do município ofertou-se sopa nutritiva à cerca de 70 pessoas semanalmente à população abrangente de cerca de 5 bairros adjacentes.
Já realizamos festa beneficente sem cunho religioso por mais de 15 anos à crianças com abrangência de cerca de 300 a 600 crianças por evento anualmente.
Dias de gira: sábados 16h às 20:00
Atendimento por ordem de chegada e abertura para fichas de atendimento a partir das 15h.
Telefone: (73) 99979.4066 – (73) 9915.03571
Endereço: José Ribeiro de Almeida, 190, Parque Ecológico
Instagram: casaecumenicapaijose
CNPJ 08996600-0001/63
Fone: (73) 9984.1807